Quem são os vencedores do Prêmio Jabuti 2019?

No final do ano de 1959 Jorge Amado levava o primeiro Prêmio Jabuti  pelo romance “Gabriela, Cravo e Canela”.

 

Durante 60 anos de história, muitos foram os títulos laureados com a honraria considerada, por vários, a maior da literatura brasileira.

 

No dia 28 de Novembro de 2019 os vencedores foram anunciados no Auditório Ibirapuera.

 

Foram 7 os premiados no Eixo Literatura.

 

Abaixo, seguem as obras acompanhadas de sinopses. Boas dicas para acrescentar nas metas de leitura de 2020.

VENCEDORES DO PRÊMIO JABUTI 2019

Conto

 “Um beijo por mês” | Autor(a): Vilma Arêas | Editora(s): Luna Parque

Sinopse: De modo ágil, os textos de Vilma Arêas trabalham a violência social dos dias de hoje misturada à memória política dos anos de chumbo no Brasil, ao mesmo tempo em que são atravessados por uma inquietude que perturba as formas de descrever, lembrar e narrar.

 

Crônica

“Pós-F: para além do masculino e do feminino” | Autor(a): Fernanda Young | Editora(s): LeYa

Sinopse: Em sua primeira obra de não ficção, Fernanda Young se insere no acalorado debate sobre o que significa ser homem e ser mulher hoje. Em textos autobiográficos, ela se revela como uma das tantas personagens femininas às quais deu voz, sempre independentes e a quem a inadequação é um sentimento intrínseco. E esse constante deslocamento faz com que Fernanda seja capaz de observar o feminino e o masculino em todas as suas potencialidades. É daí que surge o Pós-F, pós-feminismo e pós-Fernanda, um relato sincero sobre uma vida livre de estigmas calcada na sobrevivência definitiva do amor, no respeito inquestionável ao outro e na sustentação do próprio desejo. No livro, que é ilustrado com desenhos da autora, Fernanda oferece sua visão de mundo na tentativa de superar polarizações e construir algo maior, em que caibam todos os gêneros.

 

Histórias em Quadrinhos

Graphic MSP” – Jeremias: Pele | Autor(a): Rafael Calça, Jefferson Costa | Editora(s): Panini, Mauricio de Sousa

Sinopse: Jeremias é um dos melhores alunos da classe. Tem vários amigos e uma rotina muito feliz ao lado dos pais. Até o dia em que ele encara o preconceito por causa da cor da sua pele.

 

 

Infantil

 “A Avó Amarela” | Autor(a): Júlia Medeiros, Elisa Carareto | Editora(s): ÔZé Editora

Sinopse: Este livro não é sobre a Avó Azul (embora ela também dormisse sem boca) Ele também não é sobre a sua avó (porque eu nem sei qual é a cor dela) Ele é sobre a minha Avó Amarela (de quem, às vezes, fico roxa de saudade).

 

 

Juvenil

“Histórias guardadas pelo rio” | Autor(a): Lúcia Hiratsuka | Editora(s): Edições SM

Sinopse: Por mais que tente, Pedro não consegue pescar histórias no rio. E essa é uma prática comum em sua cidade: dos pescadores que as pescam e as negociam, aos moradores de variadas idades que as recolhem das águas e depois as trocam, as presenteiam, as colecionam, bordam-nas linha por linha… Inconformado com o fato de não conseguir pescá-las, o jovem empreenderá uma busca sobre o segredo dessa arte de pesca, cuja resposta está guardada nas águas do rio.

 

 

Poesia

 “Nuvens” | Autor(a): Hilda Machado | Editora(s): Editora 34

Sinopse: Quantos poetas passam pela vida sem jamais publicar um livro? Quantos poemas escritos nunca chegam aos leitores?

Hilda Machado, pesquisadora e cineasta nascida no Rio de Janeiro em 1951 e falecida em 2007, foi professora na Universidade Federal Fluminense, com passagens por universidades estrangeiras, e diretora premiada em festivais de cinema nacionais. Paralelamente, desenvolveu um trabalho poético de dicção muito pessoal, entre o melancólico e o autoirônico, de teor fortemente visual e que parece assumir a montagem cinematográfica como procedimento poético por excelência – “Discreta voyeuse/ o sofá combinando com o tom das exegeses/ a polidez dos móveis, avencas, decassílabos, filmes russos/ perífrases sobre paninhos de crochê/ e em vez de carne poemas no congelador”.

Em vida, Hilda Machado publicou apenas dois poemas. Deixou, porém, além de manuscritos esparsos, este nuvens, que ela mesma organizou e chegou a registrar na Biblioteca Nacional, claro sinal de que considerava publicá-lo um dia. É o que agora se realiza, graças à colaboração de Angela Machado, irmã da autora, e ao empenho do poeta Ricardo Domeneck, que assina o texto de apresentação do volume.

 

 

Romance

 “O pai da menina morta” | Autor(a): Tiago Ferro | Editora(s): Todavia

Sinopse: Estreia de uma das mais novas e marcantes vozes da literatura brasileira, este é um romance comovente e aterrador. O que acontece quando uma menina de oito anos, inteligente e amorosa, morre subitamente? O romance de Tiago Ferro tenta compreender os ecos dessa devastação na vida do pai. Gestado a partir de uma tragédia vivenciada pelo autor em 2016, o livro não se restringe ao inventário doloroso dessa perda indizível, mas discute temas como memória, sexualidade, humor, confissão e fabulação. Um livro comovente e aterrador.

 

E aí? Já leu algum? Eu já decidi: conhecerei “O pai da menina morta”

 


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